Tratamento cirúrgico do câncer colorretal
Estude Tratamento cirúrgico do câncer colorretal com questões reais de provas de residência médica e flashcards com repetição espaçada FSRS.
Amostra de questões
Veja exemplos de questões reais sobre Tratamento cirúrgico do câncer colorretal. Cadastre-se para ver as respostas comentadas.
Paciente do sexo feminino, 94 anos de idade, apresenta quadro de astenia e sangramento nas fezes. A colonoscopia mostrou lesão em cólon direito, friável, cujo exame anatomopatológico mostrou tratar-se de adenocarcinoma. Exames de estadiamento foram realizados e não indicaram doença a distância nem invasão de estruturas adjacentes. A paciente nunca foi submetida à operação, é hipertensa controlada e não possui alergias medicamentosas. É ativa e independente para atividades do dia a dia e plena em suas funções cognitivas. Com relação ao quadro clínico descrito acima, a conduta CORRETA a ser tomada em relação à condução da paciente é:
Resposta e comentário detalhado disponíveis para membros
Homem de 50 anos foi submetido a colonoscopia de rastreamento, na qual foi identificado um pólipo séssil de 2 cm no cólon sigmoide, que foi ressecado por polipectomia em fragmento único, com tatuagem do bordo distal da lesão. O exame anatomopatológico do pólipo evidenciou: adenocarcinoma pouco diferenciado, invasão submucosa >1 mm, presença de invasão linfovascular e perineural, tumor budding baixo e margens radiais e profundas livres. O cirurgião optou por realizar retossigmoidectomia complementar com anastomose primária, abrangendo a área tatuada. O exame anatomopatológico da peça cirúrgica demonstrou: ausência de neoplasia residual, 24 linfonodos livres, presença da tatuagem no cólon sigmoide distal e alterações cicatriciais compatíveis com ressecção prévia endoscópica. Considerando as afirmações abaixo: I. A presença de invasão submucosa >1 mm, associada à invasão linfovascular e perineural, caracteriza alto risco de metástase linfonodal e justifica colectomia oncológica complementar, mesmo com margens livres. II. As classificações de Haggitt e de Kikuchi auxiliam na avaliação da profundidade da invasão submucosa, sendo empregadas para definir a necessidade de cirurgia adicional após ressecção endoscópica de pólipos malignos sésseis e pediculados, respectivamente. III. Embora o tumor budding baixo indique prognóstico favorável, ele não elimina o risco aumentado de metástase linfonodal determinado por fatores como má diferenciação e pelas invasões linfovascular e perineural, observadas neste caso. IV. A ausência de tumor residual na peça cirúrgica sugere que a retossigmoidectomia complementar foi uma conduta excessiva, uma vez que a ressecção endoscópica inicial teria sido suficiente. ## Estão CORRETAS:
Resposta e comentário detalhado disponíveis para membros
Homem de 69 anos, com história de desconforto epigástrico e perda ponderal, realizou investigação com endoscopia digestiva alta que identificou lesão úlcero-infiltrativa, com aproximadamente 5 cm de extensão, em corpo gástrico, localizada a 4 cm da junção esofagogástrica. Realizada biópsia que foi compatível com adenocarcinoma pouco diferenciado com células em anel de sinete. Foram solicitados TC de tórax, abdômen e pelve em que foi identificado apenas espessamento do corpo gástrico e linfonodomegalia perigástrica. Realizou quimioterapia neoadjuvante. Após o término da quimioterapia, realizou nova endoscopia digestiva, que mostra redução parcial da lesão gástrica, e TC de tórax, abdômen e pelve sem achados significativos. A conduta adequada para o caso é:
Resposta e comentário detalhado disponíveis para membros
Estude Tratamento cirúrgico do câncer colorretal com método
Resolva questões com comentários detalhados e revise com flashcards FSRS durante 1 ano de acesso.
Já tem conta? Entrar
Temas relacionados
Outros temas de Cirurgia colorretal para complementar seus estudos.
Perguntas frequentes sobre Tratamento cirúrgico do câncer colorretal
Quantas questões de Tratamento cirúrgico do câncer colorretal caem em provas de residência?
O MedApex possui 88 questões reais de provas de residência médica sobre Tratamento cirúrgico do câncer colorretal, extraídas de provas oficiais de instituições como USP, Unicamp, ENARE e outras. Todas com gabarito oficial.
Como estudar Tratamento cirúrgico do câncer colorretal para residência médica?
No MedApex, você estuda Tratamento cirúrgico do câncer colorretal combinando questões de prova com flashcards de repetição espaçada (algoritmo FSRS). O FSRS agenda revisões no momento ideal para fixar o conteúdo a longo prazo — mais eficiente que reler resumos ou resolver questões aleatórias.
Existem flashcards de Tratamento cirúrgico do câncer colorretal para residência?
Sim. O MedApex tem 30 flashcards sobre Tratamento cirúrgico do câncer colorretal, curados para provas de residência médica. Cada card usa o algoritmo FSRS para calcular o intervalo ideal de revisão, garantindo retenção de longo prazo.