Ginecologia e Obstetrícia

Ultrassonografia na obstetrícia

Estude Ultrassonografia na obstetrícia com questões reais de provas de residência médica e flashcards com repetição espaçada FSRS.

117
questões
44
flashcards

Amostra de questões

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Q1Q-100-25-HMTJ00

Gestante com 42 anos, G1P0, hipertensa crônica, é atendida no pré-natal de alto risco com exame de ultrassonografia de 13 semanas de gestação mostrando uma medida da transluscência nucal de 2,3 mm. Defina a conduta:

A)Refazer o exame com 22 semanas para confirmação diagnóstica
B)Referenciar a paciente para o serviço de medicina fetal prosseguir investigação
C)Orientar a paciente que a medida da transluscência nucal está normal
D)Orientar que provavelmente o feto é portador de uma malformação congênita. 21

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Q2Q-44-26-SESPE0-w0xu

Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara, 31ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo dor em baixo ventre e perda de líquido amniótico. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo; Coombs indireto positivo e glicemia jejum de 200 mg% (todos realizados no 1º trimestre de gravidez). Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 30 cm; pressão arterial de 100x60 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel, bolsa das águas rotas com saída de líquido claro. A ultrassonografia realizada no momento do atendimento revelou: percentil de peso para idade gestacional 89; dopplervelocimetria com índice de pulsatilidade na artéria umbilical de 1,20 e na artéria cerebral média fetal de 2,10; pico sistólico da Artéria Cerebral Média (ACM) fetal menor de 1,5 MoM para a idade gestacional; e Maior Bolsão (MB) de 9,8cm. Nesta paciente, o que MELHOR pode representar a causa ou consequência do valor do MB do líquido amniótico?

A)Doença hemolítica fetal e neonatal – Coombs indireto positivo que sugere anemia fetal
B)Descolamento prematuro da placenta normalmente inserida – devido à distensão uterina e rotura prematura das membranas
C)Rotura prematura das membranas ovulares – devido à distensão uterina
D)Diabetes – devido ao aumento da diurese fetal
E)Doença hemolítica fetal e neonatal – pico sistólico da ACM fetal que sugere anemia fetal

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Q3Q-54-26-PSUALY

Primigesta, 30 anos de idade, com idade gestacional de 28 semanas, retorna à Unidade Básica de Saúde (UBS) para consulta de pré-natal. Possui índice de massa corporal (IMC) pré-gestacional de 28 kg/m² e história familiar de diabetes mellitus tipo 2 (mãe). Na consulta anterior, ainda com 26 semanas, foi realizado o teste oral de tolerância à glicose (TOTG 75g), com os seguintes resultados: jejum de 95 mg/dL; 1 hora após de 190 mg/dL; e 2 horas após de 165 mg/dL. Foi diagnosticada com Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) e orientada a realizar terapia nutricional, prática de atividade física e monitoramento da glicemia capilar (quatro vezes ao dia: em jejum e 1 hora após as principais refeições). Hoje, traz o diário de monitoramento da última semana, que mostra os seguintes valores médios: glicemia de jejum de 98 mg/dL; pós-café da manhã de 155 mg/dL; pós-almoço de 135 mg/dL; e pós-jantar de 148 mg/dL. A paciente refere muita dificuldade em seguir o plano alimentar, especialmente no café da manhã e no jantar, e não iniciou a prática de atividade física por “falta de tempo”. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, PA 110x70 mmHg, e o ganho de peso total na gestação foi de 10 kg. A altura uterina é de 31 cm, e os batimentos cardíacos fetais são de 145 bpm. A paciente está ansiosa e questiona sobre os riscos para seu bebê. Considerando o diagnóstico de DMG com controle inadequado, indique a conduta mais apropriada para o rastreamento de complicações e avaliação da vitalidade fetal a partir desse momento em que a paciente se encontra - 28 semanas de gestação:

A)Manter o acompanhamento de pré-natal de baixo risco, pois a altura uterina ainda é compatível com a idade gestacional
B)Indicar a resolução da gestação com 37 semanas, independentemente de outros achados, para evitar a macrossomia
C)Realizar perfil biofísico fetal semanalmente a partir de agora, pois é o único método capaz de predizer complicações
D)Solicitar ultrassonografia obstétrica seriada (a cada 3-4 semanas) para avaliar o crescimento fetal e o volume de líquido amniótico

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Perguntas frequentes sobre Ultrassonografia na obstetrícia

Quantas questões de Ultrassonografia na obstetrícia caem em provas de residência?

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