Ginecologia e Obstetrícia

Infertilidade e Reprodução Assistida

Estude Infertilidade e Reprodução Assistida com questões reais de provas de residência médica e flashcards com repetição espaçada FSRS.

244
questões
92
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Q1Q-47-26-IAMSPE

Nuligesta, 32 anos com dor pélvica cíclica limitante, associada à dispareunia de profundidade, tentando engravidar há 2 anos sem sucesso. Investigação de infertilidade do parceiro sem alterações. Relata presença de sangue nas fezes no período menstrual nos últimos 6 meses. Procurou o ginecologista que solicitou USG transvaginal com preparo intestinal para pesquisa de endometriose que mostrou sinais de endometriose profunda em compartimento posterior da pelve. Fez colonoscopia evidenciando lesão sugestiva de endometriose intestinal a 12 cm da borda anal, comprometendo ao redor de 20% da luz da alça, com extensão de 2,0 cm no maior diâmetro. Biópsia da lesão confirmou presença de células endometriais na amostra avaliada. Dosagens hormonais dentro da normalidade, sugerindo manutenção da ovulação. A melhor conduta no caso seria:

A)Remoção dos focos de endometriose e salpingectomia bilateral. Dessa forma consegue se melhorar resultado de fertilização “in vitro”, que deve ocorrer logo após a cirurgia
B)Fertilização “in vitro” (FIV) como medida isolada, pois trata-se de endometriose profunda de compartimento posterior. Nesse caso as tubas já se encontram obstruídas e a possibilidade de gestação espontânea não existe, não havendo benefício com tratamento cirúrgico
C)Cirurgia para tratamento da endometriose com ressecção de todos os focos da doença, além de retossigmoidectomia discóide com grampeamento circular. Bloqueio curto da menstruação com análogo do GnRH e, na sequência, tentar engravidar
D)Cirurgia para tratamento da endometriose com ressecção de todos os focos da doença, retossigmoidectomia segmentar com anastomose primária. Liberar a gestação logo após a cirurgia
E)Cirurgia para tratamento da endometriose com ressecção de todos os focos, retossigmoidectomia segmentar com ileostomia protetora e reconstrução intestinal em 6 meses. FIV após reconstrução intestinal

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Q2GO-81-26-USPRP0

Mulher de 33 anos, G2P0A2, sendo um aborto com 7 semanas e 3 dias há 15 meses e outro com 11 semanas e 2 dias há 8 meses, ambos do parceiro atual. Está em uso de desogestrel 75 mcg/dia, mas com desejo de engravidar. Tinha ciclos regulares previamente. Nega comorbidades, hábitos, antecedentes pessoais ou familiares relevantes. Parceiro com 36 anos, sem comorbidades, hábitos ou uso de medicamentos. Casal comparece à consulta para uma segunda opinião. Trazem exames solicitados por outro colega: Mulher: TSH: 2,18 uIU/mL (VN: 0,48 a 4,17 uIU/mL). Anticorpo antiperoxidase negativo. Inibidor lúpico negativo, anticardiolipina e anti-ß2 glicoproteína 1 (IgG, IgM): dentro da normalidade. Cariótipo: 46 XX; Ultrassonografia transvaginal 3D: útero com 59 cm³, ovário direito com 8 folículos antrais e volume de 5,4 cm³ e ovário esquerdo com 9 folículos antrais e volume de 6,7 cm³. Esposo: Cariótipo: 46 XY Qual a melhor conduta?

A)Pesquisar as trombofilias hereditárias
B)Tranquilizar o casal e liberar para engravidar
C)Solicitar ressonância magnética pélvica
D)Realizar histeroscopia e biópsia endometrial

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Q3Q-60-26-SUSBA4

Mulher, 27 anos de idade, GOPO, procura atendimento por irregularidade menstrual desde a adolescência (ciclos infrequentes de 40-60 dias) e dificuldade para engravidar há 1 ano. Refere ganho de peso progressivo (IMC = 32), acne e hirsutismo em face e abdome. Exame físico: PA = 125x80 mmHg, acantose nigricans em região cervical. Em exames laboratoriais: testosterona total discretamente elevada; TSH e prolactina normais; teste de tolerância à glicose evidenciando resistência insulínica. Beta-hCG atual: negativo. Ultrassom transvaginal: ovários aumentados, volume de 12 mL cada, com ≥ 20 folículos periféricos em cada ovário. Indique a primeira conduta terapêutica preconizada para pacientes com esse quadro clínico e que desejam engravidar:

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Perguntas frequentes sobre Infertilidade e Reprodução Assistida

Quantas questões de Infertilidade e Reprodução Assistida caem em provas de residência?

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