Cirurgia

Complicações da colecistite

Estude Complicações da colecistite com questões reais de provas de residência médica e flashcards com repetição espaçada FSRS.

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Q1Q-24-26-CERMAM

Paciente do sexo feminino, 72 anos, hipertensa, diabética e cardiopata, é trazida por familiares em serviço de pronto-socorro com quadro de dor tipo cólica, aguda, em HD, irradiada para o dorso, associada a vômitos, há 2 dias (SIC). As informações colhidas podem não ser precisas, uma vez que a paciente tem sequelas de AVC isquêmico há 5 anos e se expressa com dificuldade. Ao exame físico, a paciente se apresenta emagrecida, desidratada, anictérica, FC: 82bpm, FR: 22irpm, P.A.: 100x70 mmHg. A paciente apresenta fascies de dor à palpação profunda do HD e há a impressão de palpação de plastrão local. Leucograma: 11.000 e PCR: 80mg/dl. Submetida a USG à beira leito, observou-se vesícula biliar túrgida, de paredes espessadas, contendo cálculos. Após discussão do caso com a Clínica Médica, optou-se por iniciar tratamento clínico com ceftriaxona, metronidazol e sintomáticos. Após 48 horas, a paciente evoluiu de forma insatisfatória, apresentando sonolência e oligúria, mantendo dor em HD, com plastrão palpável e iniciando febre baixa (1 episódio). A reavaliação laboratorial evidenciou piora da leucocitose (agora 14.000), plaquetas 80.000 e PCR de 120mg/dl. Uma nova USG à beira leito evidenciou discreta infiltração de gás na parede da vesícula biliar. Sobre o caso acima, assinale a alternativa CORRETA:

A)Devido ao grau de fragilidade desta paciente, a melhor conduta é transferência da paciente para UTI, escalonamento do antibiótico para cefepime e reavaliação ultrassonográfica em 48 horas
B)A conduta inicial foi inadequada, estando indicada a colecistectomia laparoscópica urgente no momento da chegada da paciente
C)Uma vez que a piora do quadro denota gravidade Tóquio III com potencial evolução para perfuração, a conduta mais adequada neste momento é a colecistostomia percutânea trans hepática
D)Caso a tomografia computadorizada com contraste venoso confirmar os achados ultrassonográficos, a colecistectomia por laparotomia é a conduta mais adequada neste momento

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Q2Q-21-25-ENARE0-acj5

Uma paciente de 45 anos, com diagnóstico de colelitíase há 1 ano, apresenta dor em hipocôndrio direito, icterícia ++/4, temperatura axilar de 38 C, PA:(110 x 70 mmHg e bilirrubina total de 4,6 mg/dL, com bilirrubina direta de 3,2 mg/dL. Realizou ultrassonografia de abdômen, que mostrou vesícula de paredes finas, contendo múltiplos cálculos e discreta dilatação das vias biliares extra-hepáticas. Além da antibioticoterapia venosa, a conduta mais apropriada neste momento é:

A)Hidratação e medidas de suporte, somente
B)Papilotomia endoscópica de urgência
C)Drenagem cirúrgica das vias biliares com dreno de Kehr
D)Colecistectomia de urgência com colangiografia
E)Drenagem biliar externa trans-hepática

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Q3CIR-11-25-HCPA00

Paciente feminina, de 45 anos, com diabetes melito tipo 2, submetida a colecistectomia laparoscópica há 10 dias, retornou ao Ambulatório referindo dor constante no local da incisão, vermelhidão e calor ao redor da ferida operatória. Ao exame, apresentava febre de 38,5° C, secreção purulenta no sítio cirúrgico, endurecimento e sinais inflamatórios ao redor da incisão. Hemograma evidenciou leucocitose com desvio à esquerda. Qual a conduta mais adequada?

A)Orientar a higienização adequada da ferida operatória e observar por mais 48 horas antes de se adotar qualquer outra conduta
B)Realizar drenagem da ferida operatória e iniciar antibioticoterapia empírica
C)Indicar antipiréticos e analgesia, sem necessidade de iniciar antibioticoterapia, pois pode ser uma reação inflamatória local
D)Solicitar ultrassonografia para investigar abscesso intracavitário, sem necessidade de iniciar antibioticoterapia empírica até o resultado do exame

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Perguntas frequentes sobre Complicações da colecistite

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