Complicações da colecistite
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Paciente do sexo feminino, 72 anos, hipertensa, diabética e cardiopata, é trazida por familiares em serviço de pronto-socorro com quadro de dor tipo cólica, aguda, em HD, irradiada para o dorso, associada a vômitos, há 2 dias (SIC). As informações colhidas podem não ser precisas, uma vez que a paciente tem sequelas de AVC isquêmico há 5 anos e se expressa com dificuldade. Ao exame físico, a paciente se apresenta emagrecida, desidratada, anictérica, FC: 82bpm, FR: 22irpm, P.A.: 100x70 mmHg. A paciente apresenta fascies de dor à palpação profunda do HD e há a impressão de palpação de plastrão local. Leucograma: 11.000 e PCR: 80mg/dl. Submetida a USG à beira leito, observou-se vesícula biliar túrgida, de paredes espessadas, contendo cálculos. Após discussão do caso com a Clínica Médica, optou-se por iniciar tratamento clínico com ceftriaxona, metronidazol e sintomáticos. Após 48 horas, a paciente evoluiu de forma insatisfatória, apresentando sonolência e oligúria, mantendo dor em HD, com plastrão palpável e iniciando febre baixa (1 episódio). A reavaliação laboratorial evidenciou piora da leucocitose (agora 14.000), plaquetas 80.000 e PCR de 120mg/dl. Uma nova USG à beira leito evidenciou discreta infiltração de gás na parede da vesícula biliar. Sobre o caso acima, assinale a alternativa CORRETA:
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Uma paciente de 45 anos, com diagnóstico de colelitíase há 1 ano, apresenta dor em hipocôndrio direito, icterícia ++/4, temperatura axilar de 38 C, PA:(110 x 70 mmHg e bilirrubina total de 4,6 mg/dL, com bilirrubina direta de 3,2 mg/dL. Realizou ultrassonografia de abdômen, que mostrou vesícula de paredes finas, contendo múltiplos cálculos e discreta dilatação das vias biliares extra-hepáticas. Além da antibioticoterapia venosa, a conduta mais apropriada neste momento é:
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Paciente feminina, de 45 anos, com diabetes melito tipo 2, submetida a colecistectomia laparoscópica há 10 dias, retornou ao Ambulatório referindo dor constante no local da incisão, vermelhidão e calor ao redor da ferida operatória. Ao exame, apresentava febre de 38,5° C, secreção purulenta no sítio cirúrgico, endurecimento e sinais inflamatórios ao redor da incisão. Hemograma evidenciou leucocitose com desvio à esquerda. Qual a conduta mais adequada?
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Perguntas frequentes sobre Complicações da colecistite
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