Ginecologia e Obstetrícia

LGBTQIA+

Estude LGBTQIA+ com questões reais de provas de residência médica e flashcards com repetição espaçada FSRS.

22
questões
43
flashcards

Amostra de questões

Veja exemplos de questões reais sobre LGBTQIA+. Cadastre-se para ver as respostas comentadas.

Q1GO-35-26-ENARE0

João, homem trans de 27 anos, comparece à maternidade com 39 semanas e 4 dias de gestação, em trabalho de parto ativo. É G1PO, a gestação foi planejada com suspensão prévia do uso de testosterona, e o pré-natal foi acompanhado em Unidade de Saúde da Família com equipe treinada em saúde LGBTQJA+. João manifesta desejo de parto vaginal, com presença de seu companheiro e solicita ser tratado pelo nome social e pronomes masculinos. Ao exame: altura uterina: 34 cm, ausculta fetal: BCF: 142 bpm, dilatação cervical: 6 cm, 90% apagado, apresentação cefálica, bolsa integra. Sem fatores de risco para distocia ou contraindicações ao parto vaginal. Durante a admissão, um profissional da equipe registra em prontuário: "Parturiente do sexo feminino com quadro compatível com trabalho de parto ativo. Solicita uso de nome social, apesar de se tratar de mulher biológica.”. Considerando o relato acima, a melhor conduta para o caso é:

A)Corrigir o prontuário para constar "mulher trans", mantendo os termos obstétricos convencionais, pois o sistema de saúde ainda utiliza a classificação biológica como base
B)Reforçar com a equipe multiprofissional a utilização do nome social e de pronomes masculinos
C)Priorizar a avaliação obstétrica clínica e adiar discussões sobre identidade de gênero até o puerpério, para evitar distrações no manejo clínico
D)Redirecionar o paciente para unidade de referência em saúde trans, mesmo em trabalho de parto, para garantir atendimento especializado
E)Iniciar preparo para parto cesáreo eletivo, considerando que a anatomia obstétrica pode estar alterada pelo uso anterior de testosterona

Resposta e comentário detalhado disponíveis para membros

Q2Q-36-26-PSUGO0

J.B., mulher trans de 29 anos, em terapia hormonal com estradiol há 4 anos, procura a unidade de saúde relatando dor, prurido e secreção esbranquiçada em genitália há 1 semana. Refere parceiro fixo, sem histórico de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) conhecidas. Ao exame: presença de prepúcio e glande com eritema difuso, secreção esbranquiçada aderida e odor fétido, sem úlceras ou vesículas. Ausência de linfadenomegalias inguinais ou lesões de pele regionais. De acordo com o relato, sabe-se que:

A)A balanopostite é uma IST.com fatores de risco como fimose, má higiene ou higiene excessiva e diabetes mellitus; as terapias hormonais de afirmação contribuem para o aparecimento de sintomas como no caso
B)A Política Nacional de Saúde Integral LGBTQIA+ prioriza a prevenção de IST/HIV/AIDS como eixo central de atuação, também contempla ações em saúde mental, atenção básica e acompanhamento de pessoas trans em processo de hormonização
C)No método clínico centrado mi pessoa, a elaboração conjunta do plano de manejo deve transcorre após afastar diagnósticos diferenciais e minimizar fatores sociais, como experiências de preconceito, que poderiam enviesar a decisão do paciente
D)O manejo inclui hidrocortisona tópica, além de orientação sobre higiene íntima adequada com substitutos do sabonete e emolientes, evitando irritantes e alérgenos comuns; recomenda-se o uso de roupas íntimas de algodão branco

Resposta e comentário detalhado disponíveis para membros

Q3GO-10-25-TEGO00

Adolescente de 14 anos de idade iniciou atividade sexual com o namorado e deseja inserir um DIU de cobre. Ela está acompanhada dos pais, que concordam com o procedimento. A conduta adequada para esse caso é:

A)Recusar a inserção, pois menores de 16 anos não podem receber métodos contraceptivos invasivos
B)Encaminhar a paciente ao conselho tutelar antes de realizar o procedimento
C)Inserir o DIU, pois há consentimento dos responsáveis e da paciente
D)Solicitar avaliação psicológica antes de decidir sobre o procedimento

Resposta e comentário detalhado disponíveis para membros

Estude LGBTQIA+ com método

Resolva questões com comentários detalhados e revise com flashcards FSRS durante 1 ano de acesso.

Já tem conta? Entrar

Perguntas frequentes sobre LGBTQIA+

Quantas questões de LGBTQIA+ caem em provas de residência?

O MedApex possui 22 questões reais de provas de residência médica sobre LGBTQIA+, extraídas de provas oficiais de instituições como USP, Unicamp, ENARE e outras. Todas com gabarito oficial.

Como estudar LGBTQIA+ para residência médica?

No MedApex, você estuda LGBTQIA+ combinando questões de prova com flashcards de repetição espaçada (algoritmo FSRS). O FSRS agenda revisões no momento ideal para fixar o conteúdo a longo prazo — mais eficiente que reler resumos ou resolver questões aleatórias.

Existem flashcards de LGBTQIA+ para residência?

Sim. O MedApex tem 43 flashcards sobre LGBTQIA+, curados para provas de residência médica. Cada card usa o algoritmo FSRS para calcular o intervalo ideal de revisão, garantindo retenção de longo prazo.